Saúde das Articulações
Como adoramos ver o nosso cão a correr e a brincar incansavelmente e como gostaríamos que fosse sempre assim!
No entanto, sendo ele um ser vivo, o nosso cão poderá sofrer de algum problema de mobilidade ao longo da sua vida devido, por exemplo, a um traumatismo.
Na verdade, os traumatismos não são os únicos que podem reduzir a mobilidade dos nossos cães, pois existem outros fatores, como o porte grande, o excesso de peso, o exercício intenso ou a idade avançada, que podem afetar a sua capacidade de locomoção.
Para se conseguir intervir a tempo neste processo de degeneração gradual, devemos estar atentos aos sinais de dificuldade de locomoção:
- Dificuldades em se mover de manhã (rigidez articular matinal).
- Recusa em executar o exercício habitual.
- Dificuldades em caminhar.
- Dificuldades em se levantar depois de estar deitado.
- Problemas em caminhar após o exercício.
- Utiliza mais uma perna que outra.
- Dificuldade em subir e descer escadas ou entrar e sair do carro.
- Dor ao ser tocado.
- Maior apatia e pouco sociável.
- Não consegue dormir nos locais habituais.
- Perda de apetite.
Como as dificuldades de locomoção geralmente começam com a deterioração da cartilagem das articulações, o que, por sua vez, causa uma inflamação da área e provoca dor (a verdadeira responsável pela redução da mobilidade do cão), terá de ser o veterinário a determinar o tratamento adequado. Este poderá ser, em parte, um alimento especial.
Na Royal Canin, estamos conscientes da importância que o alimento possui no tratamento dos problemas de mobilidade. Por esta razão, dispomos de vários alimentos especiais.


“Light” têm um menor teor de gordura do que as rações standard para cão, mas são enriquecidos com nutrientes essenciais para responder às necessidades do seu cão, mesmo quando as suas doses são reduzidas. Se já alimenta o seu cão com uma dieta específica para uma condição clínica, ou uma fórmula sensível ou delicada, consulte o seu médico veterinário, antes de fazer alguma alteração alimentar.
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SE SE COÇA… ATUE


É possível que o nosso cão necessite de um banho em algumas ocasiões e não haja nenhum motivo higiénico para não fazê-lo, mas devemos respeitar certas normas. A primeira é ajustar a frequência do banho às verdadeiras necessidades higiénicas do cão, uma vez que banhos muito frequentes podem causar algum transtorno à pele, um risco que aumenta se os produtos cosméticos utilizados não forem adequados. É claro que, para o banho não ser uma tortura para o cão nem para o dono, é imprescindível que esteja habituado desde cachorro. Tendo visto estas noções básicas, vamos agora ver como dar um banho com as melhores condições possíveis. Curiosamente, começamos pelas condições anteriores ao banho: o pelo deve estar desenriçado, senão, quando molhado, torna-se emaranhado e impossível de escovar, de modo que necessitará de ser cortado. Mesmo antes do banho, deve ter-se preparados todos os utensílios, desde os produtos cosméticos até um tapete antiderrapante no fundo da banheira, passando pelas toalhas com as quais se retira o excesso de humidade. Também é muito importante que a temperatura ambiente da divisão seja adequada, pois o cão pode constipar-se caso esteja demasiado frio. Quando o cão estiver dentro da banheira, deve molhar-se cuidadosamente com água morna, quase quente. Não é imprescindível, mas se quiser deixar água no fundo da banheira, o nível máximo deve ser até roçar o peito, nunca acima disso pois pode dificultar os movimentos. Quando o cão estiver completamente molhado, aplica-se o champô, que deve espalhar-se de forma homogénea por todo o corpo. Para tal, é melhor colocar uma pequena quantidade na palma da mão e aplicá-la em diferentes partes do corpo, para depois poder espalhar o máximo possível. É necessário ter em conta que se deitar toda a quantidade de champô necessária no lombo para depois espalhar, será más difícil que chegue de forma homogénea ao resto do corpo, uma vez que a quantidade máxima ficará concentrada no dorso. A última parte que se deve ensaboar é a cabeça, e deve ter-se muito cuidado para não entrar espuma nos olhos, nas orelhas ou no nariz. Depois de aplicar correctamente o champô, é necessário enxaguar o pelo de forma a conseguir eliminar completamente todo o champô, pelo que, mais uma vez, é de realçar a importância de aplicar pouca quantidade e espalhá-la de forma adequada. Conforme as características do pelo, pode aplicar-se um condicionador, seguindo sempre as indicações do fabricante, pois alguns requerem esclarecimento quanto à sua utilização. Depois de enxaguar bem, é preciso remover o excesso de água, primeiro pressionando suavemente com as mãos e depois com as toalhas, que temos preparadas desde o início. Depois de retirar o excesso de água vem a parte mais detestada por muitos cães, o secador, que apesar disso é imprescindível, uma vez que se o cão ficar húmido pode constipar-se ou causar alguma irritação na pele. Isto também deve ser feito no verão. Deixámos este ponto para o fim devido à sua importância, mas antes de começar deve remover-se tudo o que se possa romper ou partir e se encontre ao alcance do cão, especialmente objectos de vidro!






